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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Alpha Blondy Em Salvador ♪



Local:

Bahia Café Hall

Resenha:

Dia 18 de Setembro vai acontecer no Bahia Café Hall um encontro de duas potências mundias do Reggae.

Para entrar no clima da República do Reggae que será realizada no dia 20 de Novembro, Alpha Blondy, uma das maiores estrelas mundiais do Reggae e protagonista da primeira República do Reggae, quando reuniu mais de 20 mil pessoas na praia de Ipitanga - estará lançando em Salvador seu primeiro DVD.

Para abrilhantar mais ainda o evento, vai rolar também apresentação da banda Gladiators. Além de duas bandas locais que você pode ajudar a escolher no nosso mural logo abaixo.

Fique ligado que as novidades desse grande show voce vai acompanhar aqui no site do Pida.

Pontos de venda:

Iguatemi
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Piedade
Liberdade
Loja Mar Vermelho - Cajazeiras

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helder@pida.com.br

Censura:
16 anos

Ingressos:

18/09/2010                                                              Pista 1º Lote                                R$ 30,00   Vendas
    21:00                                                                     Camarote                                   R$ 50,00   no balcão

Ideologia Rastafári

O rastafarianismo, também conhecido como movimento rastafári ou Rastafar-I (rastafarai) é um movimento religioso que proclama Hailê Selassiê I, imperador da Etiópia, como a representação terrena de Jah (Deus). Este termo advém de uma forma contraída de Jeová encontrada no salmo 68:4 na versão da Bíblia do Rei James, e faz parte da trindade sagrada o messias prometido. O termo rastafári tem sua origem em Ras ("príncipe" ou "cabeça") Tafari ("da paz") Makonnen, o nome de Hailê Selassiê antes de sua coroação[1].

O movimento surgiu na Jamaica entre a classe trabalhadora e camponeses negros em meados dos anos 20, iniciado por uma interpretação da profecia bíblica em parte baseada pelo status de Selassiê como o único monarca africano de um país totalmente independente e seus títulos de Rei dos Reis, Senhor dos Senhores e Leão Conquistador da Tribo de Judah, que foram dados pela Igreja Ortodoxa Etíope.

Alguns historiadores, afirmam que o movimento surgiu, e teve posteriormente adesão, por conta da exploração que sofria o povo jamaicano, o que favorece o surgimento de idéias religiosas e líderes messiânicos.

Outros fatores inerentes ao seu crescimento incluem o uso sacramentado da maconha ou "erva", aspirações políticas e afrocentristas, incluindo ensinamentos do publicista e organizador jamaicano Marcus Garvey (também freqüentemente considerado um profeta), o qual ajudou a inspirar a imagem de um novo mundo com sua visão política e cultural.

O movimento é algumas vezes chamado rastafarianismo, porém alguns rastas consideram este termo impróprio e ofensivo, já que "ismo" é uma classificação dada pelo sistema babilônico, o qual é combatido pelos rastas.

O movimento rastafári se espalhou muito pelo mundo, principalmente por causa da imigração e do interesse gerado pelo ritmo do reggae; mais notavelmente pelo cantor e compositor de reggae jamaicano Bob Marley. No ano 2.000 havia aproximadamente um milhão de seguidores do rastafarianismo pelo mundo, algo difícil de ser comprovado devido à sua escolha de viver longe da civilização. Por volta de 10% dos jamaicanos se identificam com os rastafáris. Muitos rastafáris são vegetarianos, ou comem apenas alguns tipos de carne, vivendo pelas leis alimentares do Levítico e do Deuteronômio no Velho Testamento.

O encorajamento de Marcus Garvey aos negros terem orgulho de si mesmos e de sua herança africana inspiraram Rastas a abraçar todas as coisas africanas. Eles eram ensinados que haviam sofrido lavagem cerebral para negar todas as coisas negras e da África, um exemplo é o porque que não te ensinam sobre a antiga nação etíope, que derrotou os italianos duas vezes e foi a única nação livre na África desde sempre. Eles mudaram sua própria imagem que era a que os brancos faziam deles, como primitivos e saídos das selvas para um desafiador movimento pela cultura africana que agora é considerada como roubada deles, quando foram retirados da África por navios negreiros. Estar próximo a natureza e da savana africana e seus leões, em espírito se não fisicamente, é primordial pelo conceito que eles tem da cultura africana. Viver próximo e fazer parte da natureza é visto como africano. Esta aproximação africana com a natureza é vista nos dreadlocks, ganja, e comida fresca, e em todos os aspectos da vida rasta. Eles desdenham a aproximação da sociedade moderna com o estilo de vida artificial e excessivamente objetivo, renegando a subjetividade a um papel sem qualquer importância.

Os rastas dizem que os cientistas tentam descobrir como o mundo é por uma visão de fora, enquanto eles olham a vida de dentro, olhando para fora; e todo rasta tem de encontrar sua própria verdade.

Outro importante identificador do seu afrocentrismo é a identificação com as cores verde, dourado, e vermelho, representantativas da bandeira da Etiópia. Elas são o símbolo do movimento rastafári, e da lealdade dos rastas a Hailê Selassiê, à Etiópia e a África acima de qualquer outra nação moderna onde eles possivelmente vivem. Estas cores são freqüentemente vistas em roupas e decorações; o vermelho representaria o sangue dos mártires, o verde representaria a vegetação da África enquanto o dourado representaria a riqueza e a prosperidade do continente africano.

Muitos rastafáris aprendem a língua amárica, que eles consideram ser sua língua original, uma vez que esta é a língua de Hailê Selassiê, e para identificá-los como etíopes; porém na prática eles continuam a falar sua língua nativa, geralmente a versão do inglês conhecida como patois jamaicano. Há músicas de reggae escritas em amárico.

Dreadlocks

Outro costume comum proibido era o de cortar ou pentear os cabelos. Essa tradição religiosa Rasta também é fundamentada em diretrizes sagradas.

Maconha

Ganja e marijuana são algumas designações para a Cannabis, uma erva psicoativa milenar. Ela é usada pelos Rastas, não para diversão ou prazer, mas sim para limpeza e purificação em rituais controlados. Alguns Rastas escolhem não a usar. Muitos sustentam o seu uso através de Génesis 1:29:

“E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.”

De fato, a erva ganjah, como a maconha é chamada localmente, é tida como “o fumo da sabedoria”, e líderes rasta determinaram que ela seria fumada como um ritual religioso, alegando que fora achada crescendo na cova do Rei Salomão e citando passagens bíblicas, para atestar suas propriedades sagradas:

“Ele criou a grama destinando-a ao gado, e a erva à serviço do Homem, de forma que trará comida farta pelo mundo afora”.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Kaya Na Gandaya - Gilberto Gil [1978]


Bob Marley - No Woman No Cry ♪

 No Woman No Cry
Bob Marley


No woman no cry

No woman no cry

No woman no cry

No woman no cry


say, say,

Say I remember when we used to sit

In a government yard in Trenchtown

Observing the hypocrites

As they would mingle with the good people we meet

Good friends we have

Oh, good friends we've lost

Along the way

In this great future,

You can't forget your past

So dry your tears, I say


No woman no cry

No woman no cry

Little darling, don't shed no tears

No woman no cry


Said I remember when we use to sit

In the government yard in Trenchtown

And then Georgie would make the fire lights

As it was, log wood burnin' through the night

Then we would cook corn meal porridge

Of which I'll share with you


My feet is my only carriage

And so I've got to push on through,

Oh, while I'm gone


Everything's gonna be alright

Everything's gonna be alright


No woman no cry

No woman no cry


I say little darlin'

Don't shed no tears

No woman no cry.


Não mulher não chore
Bob Marley (tradução)

Não Mulher não chore

Não Mulher não chore

Não Mulher não chore

Não Mulher não chore


diga, diga,


Diga eu me lembro quando costumávamos sentar

Num jardim público em Trenchtown,

Observando os hipócritas

Misturando-se com a boa gente que encontramos

Bons amigos temos,

Oh, bons amigos perdemos

Pelo caminho,

Neste grande futuro,

Você não pode esquecer de seu passado;

Então enxugue suas lágrimas, eu digo!


Não, mulher, não chore

Não, mulher, não chore

Queridinha, não derrame nenhuma lágrima

Não, mulher, não chore


Eu disse que me lembro quando costumávamos sentar

Num jardim público em Trenchtown,

E então Georgie fazia fogueiras,

E a lenha ardia a noite toda!

Então nós cozinharíamos mingau de farinha de milho,

O qual compartilharei com você,


Meus pés são minha única carruagem

Portanto, tenho que ir em frente

Oh, enquanto eu estiver fora,


Tudo ficará bem!

Tudo ficará bem!


Não, mulher, não chore

Não, mulher, não chore


Eu digo queridinha

Não derrame nenhuma lágrima

Não, mulher, não chore. 

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

... De que valem os dreads ? ♪

Aqui, falaremos um pouco sobre o reggae .

O reggae é muito mais que um estilo musical,
surgido como forma de protesto contra o sistema, preconceito e as coisas vãs que atingem a humanidade ...

Hoje o reggae é uma ideologia, um estilo de vida, uma forma autêntica de pensar e agir, baseada em um estilo músical que nos leva a refletir sobre tudas as coisas que são importantes pensar:
- Amor
- Preconceito
- Pobreza; Miséria

Para alguns uma religião, baseada na ideologia rastafári, a qual se apega a tudo que é natural, sem transformar, nem infligir as ordens natural das coisas, criadas pela mãe natureza, e imposta pelo deus Jah Rastafári.

Aqui, vocês encontraram videos, fotos, músicas e muito mais ...

Positive Vibrations (yn)






'' Se o mundo fosse perfeito, todo dia seria sol, toda mar quebraria ondas, toda música seria reggae, e toda fumaça faria a cabeça "
Robert Nesta Marley








Texto: Ailton Júnior, Diego de Assis, Diego Cyrillo, Fabio Carvalho, Rafael Delano

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Reggae Roots

História



     A mudança do rocksteady para o reggae foi ilustrada pelo shuffle de órgão cujo pioneiro foi Bunny Lee, destaque nos singles de transição entre os dois gêneros, "Say What You're Saying" (1967), de Clancy Eccles, e "People Funny Boy" (1968), de Lee "Scratch" Perry. A faixa de 1967 dos Pioneers, "Long Shot Bus' Me Bet", já foi identificada como o exemplo mais antigo do novo ritmo que ficaria conhecido como reggae. No início de 1968 as primeiras gravações de reggae foram feitas: "Nanny Goat", de Larry Marshall, e "No More Heartaches", dos Beltones. O hit de 1968 "Hold Me Tight", do artista americano Johnny Nash, recebeu o crédito de ter colocado o reggae pela primeira vez nas paradas de sucesso dos Estados Unidos. O reggae começou a aparecer também no rock; um exemplo de canção do gênero que tinha uma levada de reggae foi "Ob-La-Di , Ob-La-Da", dos Beatles, de 1968.



     The Wailers, uma banda fundada por Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailer em 1963, geralmente é tido como o grupo mais conhecido mundialmente a ter feito a transição por todos os três estágios da evolução do reggae - desde hits de ska como "Simmer Down", para o rocksteady mais lento, até o reggae. Além do Wailers, outros pioneiros importantes do gênero foram Prince Buster, Desmond Dekker, Jackie Mittoo, entre outros.



      Os produtores jamaicanos foram influentes no desenvolvimento do ska para o rocksteady e o reggae na década de 1960. Alguns dos mais célebres produtores foram Coxsone Dodd, Lee "Scratch" Perry, Leslie Kong, Duke Reid, Joe Gibbs e King Tubby. Um destes primeiros produtores foi Chris Blackwell, fundador da Island Records em 1960, que se mudou para a Inglaterra em 1962, onde continuou a promover a música de seu país, formando uma parceria com a Trojan Records, fundada por Lee Gopthal em 1968, e que lançou obras de reggae no Reino Unido até 1974, quando foi comprada pela Saga.



      O filme The Harder They Come, de 1972, com Jimmy Cliff, gerou popularidade e um interesse considerável para o reggae nos Estados Unidos e, consequentemente, no resto do mundo; o cover de 1974 da canção "I Shot the Sheriff", de Bob Marley, feita pelo guitarrista inglês Eric Clapton, ajudou a trazer o reggae ainda mais para o mainstream. A partir da metade da década de 1970 o reggae começou a obter cada vez mais tempo de execução nas rádios do Reino Unido, especialmente no programa de John Peel. A chamada "Era de Ouro do Reggae" corresponde aproximadamente ao dias de glória do roots reggae, o chamado "reggae de raiz". Na segunda metade da década a cena punk do país começou a se formar, e alguns DJs de punk costumavam tocar canções de reggae durante suas apresentações. Algumas bandas de punk incorporaram influências do reggae em sua música, e ao mesmo tempo o gênero começou a passar por uma espécie de renascimento no Reino Unido, que prosseguiu até a década seguinte, exemplificado por grupos como Steel Pulse, Aswad, UB40 e Musical Youth. Entre outros artistas de reggae que gozaram de um destaque internacional no início da década de 1980 estão Third World, Black Uhuru e Sugar Minott. Os Prêmios Grammy introduziram a categoria de melhor álbum de reggae em 1985.