A turma M06, do Colégio Estadual Edvaldo Brandão Correia, criou esse blog com a finalidade de reunir diversas tribos, e estilos músicais . Esperamos que gostem e comentem ! ;)
Mostrando postagens com marcador Reggae Roots. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Alpha Blondy Em Salvador ♪
Local:
Bahia Café Hall
Resenha:
Dia 18 de Setembro vai acontecer no Bahia Café Hall um encontro de duas potências mundias do Reggae.
Para entrar no clima da República do Reggae que será realizada no dia 20 de Novembro, Alpha Blondy, uma das maiores estrelas mundiais do Reggae e protagonista da primeira República do Reggae, quando reuniu mais de 20 mil pessoas na praia de Ipitanga - estará lançando em Salvador seu primeiro DVD.
Para abrilhantar mais ainda o evento, vai rolar também apresentação da banda Gladiators. Além de duas bandas locais que você pode ajudar a escolher no nosso mural logo abaixo.
Fique ligado que as novidades desse grande show voce vai acompanhar aqui no site do Pida.
Pontos de venda:
Iguatemi
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Liberdade
Loja Mar Vermelho - Cajazeiras
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Censura:
16 anos
Ingressos:
18/09/2010 Pista 1º Lote R$ 30,00 Vendas
21:00 Camarote R$ 50,00 no balcão
Ideologia Rastafári
O rastafarianismo, também conhecido como movimento rastafári ou Rastafar-I (rastafarai) é um movimento religioso que proclama Hailê Selassiê I, imperador da Etiópia, como a representação terrena de Jah (Deus). Este termo advém de uma forma contraída de Jeová encontrada no salmo 68:4 na versão da Bíblia do Rei James, e faz parte da trindade sagrada o messias prometido. O termo rastafári tem sua origem em Ras ("príncipe" ou "cabeça") Tafari ("da paz") Makonnen, o nome de Hailê Selassiê antes de sua coroação[1].
O movimento surgiu na Jamaica entre a classe trabalhadora e camponeses negros em meados dos anos 20, iniciado por uma interpretação da profecia bíblica em parte baseada pelo status de Selassiê como o único monarca africano de um país totalmente independente e seus títulos de Rei dos Reis, Senhor dos Senhores e Leão Conquistador da Tribo de Judah, que foram dados pela Igreja Ortodoxa Etíope.
Alguns historiadores, afirmam que o movimento surgiu, e teve posteriormente adesão, por conta da exploração que sofria o povo jamaicano, o que favorece o surgimento de idéias religiosas e líderes messiânicos.
Outros fatores inerentes ao seu crescimento incluem o uso sacramentado da maconha ou "erva", aspirações políticas e afrocentristas, incluindo ensinamentos do publicista e organizador jamaicano Marcus Garvey (também freqüentemente considerado um profeta), o qual ajudou a inspirar a imagem de um novo mundo com sua visão política e cultural.
O movimento é algumas vezes chamado rastafarianismo, porém alguns rastas consideram este termo impróprio e ofensivo, já que "ismo" é uma classificação dada pelo sistema babilônico, o qual é combatido pelos rastas.
O movimento rastafári se espalhou muito pelo mundo, principalmente por causa da imigração e do interesse gerado pelo ritmo do reggae; mais notavelmente pelo cantor e compositor de reggae jamaicano Bob Marley. No ano 2.000 havia aproximadamente um milhão de seguidores do rastafarianismo pelo mundo, algo difícil de ser comprovado devido à sua escolha de viver longe da civilização. Por volta de 10% dos jamaicanos se identificam com os rastafáris. Muitos rastafáris são vegetarianos, ou comem apenas alguns tipos de carne, vivendo pelas leis alimentares do Levítico e do Deuteronômio no Velho Testamento.
O encorajamento de Marcus Garvey aos negros terem orgulho de si mesmos e de sua herança africana inspiraram Rastas a abraçar todas as coisas africanas. Eles eram ensinados que haviam sofrido lavagem cerebral para negar todas as coisas negras e da África, um exemplo é o porque que não te ensinam sobre a antiga nação etíope, que derrotou os italianos duas vezes e foi a única nação livre na África desde sempre. Eles mudaram sua própria imagem que era a que os brancos faziam deles, como primitivos e saídos das selvas para um desafiador movimento pela cultura africana que agora é considerada como roubada deles, quando foram retirados da África por navios negreiros. Estar próximo a natureza e da savana africana e seus leões, em espírito se não fisicamente, é primordial pelo conceito que eles tem da cultura africana. Viver próximo e fazer parte da natureza é visto como africano. Esta aproximação africana com a natureza é vista nos dreadlocks, ganja, e comida fresca, e em todos os aspectos da vida rasta. Eles desdenham a aproximação da sociedade moderna com o estilo de vida artificial e excessivamente objetivo, renegando a subjetividade a um papel sem qualquer importância.
Os rastas dizem que os cientistas tentam descobrir como o mundo é por uma visão de fora, enquanto eles olham a vida de dentro, olhando para fora; e todo rasta tem de encontrar sua própria verdade.
Outro importante identificador do seu afrocentrismo é a identificação com as cores verde, dourado, e vermelho, representantativas da bandeira da Etiópia. Elas são o símbolo do movimento rastafári, e da lealdade dos rastas a Hailê Selassiê, à Etiópia e a África acima de qualquer outra nação moderna onde eles possivelmente vivem. Estas cores são freqüentemente vistas em roupas e decorações; o vermelho representaria o sangue dos mártires, o verde representaria a vegetação da África enquanto o dourado representaria a riqueza e a prosperidade do continente africano.
Muitos rastafáris aprendem a língua amárica, que eles consideram ser sua língua original, uma vez que esta é a língua de Hailê Selassiê, e para identificá-los como etíopes; porém na prática eles continuam a falar sua língua nativa, geralmente a versão do inglês conhecida como patois jamaicano. Há músicas de reggae escritas em amárico.
Dreadlocks
Outro costume comum proibido era o de cortar ou pentear os cabelos. Essa tradição religiosa Rasta também é fundamentada em diretrizes sagradas.
Maconha
Ganja e marijuana são algumas designações para a Cannabis, uma erva psicoativa milenar. Ela é usada pelos Rastas, não para diversão ou prazer, mas sim para limpeza e purificação em rituais controlados. Alguns Rastas escolhem não a usar. Muitos sustentam o seu uso através de Génesis 1:29:
“E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.”
De fato, a erva ganjah, como a maconha é chamada localmente, é tida como “o fumo da sabedoria”, e líderes rasta determinaram que ela seria fumada como um ritual religioso, alegando que fora achada crescendo na cova do Rei Salomão e citando passagens bíblicas, para atestar suas propriedades sagradas:
“Ele criou a grama destinando-a ao gado, e a erva à serviço do Homem, de forma que trará comida farta pelo mundo afora”.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Bob Marley - No Woman No Cry ♪
No Woman No Cry
Bob Marley
No woman no cry
No woman no cry
No woman no cry
No woman no cry
say, say,
Say I remember when we used to sit
In a government yard in Trenchtown
Observing the hypocrites
As they would mingle with the good people we meet
Good friends we have
Oh, good friends we've lost
Along the way
In this great future,
You can't forget your past
So dry your tears, I say
No woman no cry
No woman no cry
Little darling, don't shed no tears
No woman no cry
Said I remember when we use to sit
In the government yard in Trenchtown
And then Georgie would make the fire lights
As it was, log wood burnin' through the night
Then we would cook corn meal porridge
Of which I'll share with you
My feet is my only carriage
And so I've got to push on through,
Oh, while I'm gone
Everything's gonna be alright
Everything's gonna be alright
No woman no cry
No woman no cry
I say little darlin'
Don't shed no tears
No woman no cry.
Não mulher não chore
Bob Marley (tradução)
Não Mulher não chore
Não Mulher não chore
Não Mulher não chore
Não Mulher não chore
diga, diga,
Diga eu me lembro quando costumávamos sentar
Num jardim público em Trenchtown,
Observando os hipócritas
Misturando-se com a boa gente que encontramos
Bons amigos temos,
Oh, bons amigos perdemos
Pelo caminho,
Neste grande futuro,
Você não pode esquecer de seu passado;
Então enxugue suas lágrimas, eu digo!
Não, mulher, não chore
Não, mulher, não chore
Queridinha, não derrame nenhuma lágrima
Não, mulher, não chore
Eu disse que me lembro quando costumávamos sentar
Num jardim público em Trenchtown,
E então Georgie fazia fogueiras,
E a lenha ardia a noite toda!
Então nós cozinharíamos mingau de farinha de milho,
O qual compartilharei com você,
Meus pés são minha única carruagem
Portanto, tenho que ir em frente
Oh, enquanto eu estiver fora,
Tudo ficará bem!
Tudo ficará bem!
Não, mulher, não chore
Não, mulher, não chore
Eu digo queridinha
Não derrame nenhuma lágrima
Não, mulher, não chore.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
... De que valem os dreads ? ♪
Aqui, falaremos um pouco sobre o reggae .
O reggae é muito mais que um estilo musical,
surgido como forma de protesto contra o sistema, preconceito e as coisas vãs que atingem a humanidade ...
Hoje o reggae é uma ideologia, um estilo de vida, uma forma autêntica de pensar e agir, baseada em um estilo músical que nos leva a refletir sobre tudas as coisas que são importantes pensar:
- Amor
- Preconceito
- Pobreza; Miséria
Para alguns uma religião, baseada na ideologia rastafári, a qual se apega a tudo que é natural, sem transformar, nem infligir as ordens natural das coisas, criadas pela mãe natureza, e imposta pelo deus Jah Rastafári.
Aqui, vocês encontraram videos, fotos, músicas e muito mais ...
Positive Vibrations (yn)
O reggae é muito mais que um estilo musical,
surgido como forma de protesto contra o sistema, preconceito e as coisas vãs que atingem a humanidade ...
Hoje o reggae é uma ideologia, um estilo de vida, uma forma autêntica de pensar e agir, baseada em um estilo músical que nos leva a refletir sobre tudas as coisas que são importantes pensar:
- Amor
- Preconceito
- Pobreza; Miséria
Para alguns uma religião, baseada na ideologia rastafári, a qual se apega a tudo que é natural, sem transformar, nem infligir as ordens natural das coisas, criadas pela mãe natureza, e imposta pelo deus Jah Rastafári.
Aqui, vocês encontraram videos, fotos, músicas e muito mais ...
Positive Vibrations (yn)
'' Se o mundo fosse perfeito, todo dia seria sol, toda mar quebraria ondas, toda música seria reggae, e toda fumaça faria a cabeça "
Robert Nesta Marley
Texto: Ailton Júnior, Diego de Assis, Diego Cyrillo, Fabio Carvalho, Rafael Delano
Texto: Ailton Júnior, Diego de Assis, Diego Cyrillo, Fabio Carvalho, Rafael Delano
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Reggae Roots
História
A mudança do rocksteady para o reggae foi ilustrada pelo shuffle de órgão cujo pioneiro foi Bunny Lee, destaque nos singles de transição entre os dois gêneros, "Say What You're Saying" (1967), de Clancy Eccles, e "People Funny Boy" (1968), de Lee "Scratch" Perry. A faixa de 1967 dos Pioneers, "Long Shot Bus' Me Bet", já foi identificada como o exemplo mais antigo do novo ritmo que ficaria conhecido como reggae. No início de 1968 as primeiras gravações de reggae foram feitas: "Nanny Goat", de Larry Marshall, e "No More Heartaches", dos Beltones. O hit de 1968 "Hold Me Tight", do artista americano Johnny Nash, recebeu o crédito de ter colocado o reggae pela primeira vez nas paradas de sucesso dos Estados Unidos. O reggae começou a aparecer também no rock; um exemplo de canção do gênero que tinha uma levada de reggae foi "Ob-La-Di , Ob-La-Da", dos Beatles, de 1968.
The Wailers, uma banda fundada por Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailer em 1963, geralmente é tido como o grupo mais conhecido mundialmente a ter feito a transição por todos os três estágios da evolução do reggae - desde hits de ska como "Simmer Down", para o rocksteady mais lento, até o reggae. Além do Wailers, outros pioneiros importantes do gênero foram Prince Buster, Desmond Dekker, Jackie Mittoo, entre outros.
Os produtores jamaicanos foram influentes no desenvolvimento do ska para o rocksteady e o reggae na década de 1960. Alguns dos mais célebres produtores foram Coxsone Dodd, Lee "Scratch" Perry, Leslie Kong, Duke Reid, Joe Gibbs e King Tubby. Um destes primeiros produtores foi Chris Blackwell, fundador da Island Records em 1960, que se mudou para a Inglaterra em 1962, onde continuou a promover a música de seu país, formando uma parceria com a Trojan Records, fundada por Lee Gopthal em 1968, e que lançou obras de reggae no Reino Unido até 1974, quando foi comprada pela Saga.
O filme The Harder They Come, de 1972, com Jimmy Cliff, gerou popularidade e um interesse considerável para o reggae nos Estados Unidos e, consequentemente, no resto do mundo; o cover de 1974 da canção "I Shot the Sheriff", de Bob Marley, feita pelo guitarrista inglês Eric Clapton, ajudou a trazer o reggae ainda mais para o mainstream. A partir da metade da década de 1970 o reggae começou a obter cada vez mais tempo de execução nas rádios do Reino Unido, especialmente no programa de John Peel. A chamada "Era de Ouro do Reggae" corresponde aproximadamente ao dias de glória do roots reggae, o chamado "reggae de raiz". Na segunda metade da década a cena punk do país começou a se formar, e alguns DJs de punk costumavam tocar canções de reggae durante suas apresentações. Algumas bandas de punk incorporaram influências do reggae em sua música, e ao mesmo tempo o gênero começou a passar por uma espécie de renascimento no Reino Unido, que prosseguiu até a década seguinte, exemplificado por grupos como Steel Pulse, Aswad, UB40 e Musical Youth. Entre outros artistas de reggae que gozaram de um destaque internacional no início da década de 1980 estão Third World, Black Uhuru e Sugar Minott. Os Prêmios Grammy introduziram a categoria de melhor álbum de reggae em 1985.
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